A mCel alargou o seu apoio ao Moçambola, através da Liga Moçambicana de Futebol, contribuindo para que, em 2005, a competição decorresse sem os anteriores sobressaltos organizativos. Desta forma, todo o País pode acompanhar o campeonato mais bem organizado e envolvente de largos anos a esta parte, com prémios consideráveis para os seus intervenientes.
A animação nos recintos de jogos, englobando música, dança e concursos, contribuiu também para melhorar o índice de afluência aos campos, que este ano registou, ao nível da cidade de Maputo, três grandes enchentes, nomeadamente no Ferroviário -Costa do Sol da 13a jornada, no Costa do Sol - Maxaquene da 15ª jornada e no Ferroviário - Desportivo da 19ª jornada, isto para não nos referirmos às habituais casas cheias em outras cidades, o que acabou estimulando os atletas a protagonizarem espectáculos condignos.
A mCel, para além de ser um dos patrocinadores oficiais do Moçambola, apoiou a formação das claques no quadro do projecto “doente de futebol”, produzindo e oferecendo a estas todo o material necessário (camisetes, bandeiras, dísticos, etc.). Outro dado novo foi a premiação das claques, que lutaram de forma acérrima pelos 100 milhões de meticais oferecidos à melhor claque do ano, a “raça alvi-negra”, que superou a concorrência.
O jogador mais popular para o público foi o médio Danito Parruque e o mais votado pelos jornalistas foi o central Cufa, sendo que no final acabou vencendo o prémio mais cobiçado deste Moçambola aquela que foi a equipa mais regular e equilibrada - o Ferroviário de Maputo, um campeão, que se destacou em vários domínios como sustentam os números.
O Ferroviário de Maputo foi o campeão da regularidade (a equipa que esteve mais jornadas em primeiro lugar, com mais vitórias e menos derrotas), o campeão dos confrontos entre os grandes (vitórias frente ao Desportivo; vitória e empate ante o Costa do Sol e o Maxaquene) e foi ainda a equipa com mais golos marcados e menos sofridos.
Os vencedores deste Moçambola foram agraciados com uma grande Gala do Futebol, patrocinada em exclusivo pela mCel, onde foram entregues os prémios do campeonato, no glamoroso e maior convívio da família do futebol nacional.
Dados finais do Moçambola indicam que nos 132 jogos, as equipas anfitriãs ganharam 60 (46%), as forasteiras 28 (21%) e 44 (33%) terminaram empatadas. Nos golos, foram 147 (64%) marcados pelos donos da casa e 81 (36%) pelos visitantes. No total 228 golos, perfazendo uma média de 1,73 por jogo, confirmando um crescimento em relação a 2004, onde a média foi de 1,68. O melhor marcador, Maurício, marcou 14 golos, uma marca que não era atingida há mais de uma década. Mereceu os 100 milhões de meticais oferecidos pela mCel.
O árbitro mais pontuado acabou sendo Arão Júnior, que é árbitro da 1ª divisão desde 1990, e ganhou os 50 milhões MT oferecidos pela mCel. Foram 22 os árbitros a dirigirem os 132 jogos do Moçambola, tendo mostrado 392 cartões amarelos e 13 vermelhos.
Taça de Moçambique mCel
A Taça de Moçambique, prova sob égide da Federação Moçambicana de Futebol, passou a ser patrocinada oficialmente pela mCel e a denominar-se Taça de Moçambique mCel. A grande inovação foi a introdução da premiação monetária progressiva para os clubes participantes, facto que eliminou completamente o cenário de constantes faltas de comparência, que afectavam negativamente esta competição nos anos precedentes e também premiação para estimular os atletas.
A festa da Taça foi, efectivamente, a festa do povo com jogos impróprios para cardíacos. Na glamorosa final, realizada num estádio da Machava completamente composto e emoldurado, o Ferroviário da Beira venceu de forma inequívoca o Costa do Sol por 1-0, recebendo das mãos do Presidente da República a gigantesca taça. Após 24 anos, a taça voltava ao Chiveve onde a equipa foi recebida de forma eufórica.
Os prémios distribuídos foram chorudos e o vencedor, Ferroviário da Beira acumulou, ao longo da Taça, em prémios o equivalente em Meticais a 22 mil dólares (USD), a que se somam ainda os 36 milhões de Meticais recebidos por Abílio e Leonel, como jogadores mais votados pelo público, através da operadora móvel moçambicana, a mCel.
Ao Costa do Sol coube o equivalente em Meticais a 17 mil USD. Maxaquene e Matchedje levaram, cada um deles, 7 mil USD. Chingale de Tete, Desportivo de Chi-moio, Ferrroviلrio de Maputo e Sporting de Nampula amealharam, por sua vez, cada um, 3 mil USD, num verdadeiro festival milionário de futebol. Os 8 clubes que foram eliminados nos oitavos de final receberam, também cada um deles, o equivalente em Meticais a mil USD.
Mais desporto, mais espectáculo, mais mCel
No vólei de praia, a entrada da mCel conferiu um arcaboiço diferente ao campeonato com a participação de todo o País na competição. A fase final foi muito festiva, com ambiente condizente com as belas águas do Índico, terminando com a supremacia clara dos atletas da capital. Taças e medalhas, material desportivo e prémios monetários chamaram para a competição os melhores atletas do país.
No ténis, graças ao apoio da mCel, assistiu-se ao regresso de dinossauros há muito divorciados da modalidade. A organização do torneio, com toda a envolvência habitual nos eventos patrocinados pela operadora de telefonia móvel moçambicana, mereceu elogios dos participantes. A premiação foi outro chamariz e dentre os vencedores temos de destacar o regresso vitorioso de Laura Nhavene.
Na natação, o campeonato mCel atribuiu premiação, taças e medalhas, a todos os escalões etários, algo jamais visto na história recente da modalidade. No campeonato, estiveram presentes todos os melhores nadadores do País, incluindo os que se encontram a estagiar na vizinha África do Sul, nomeadamente Ximenes Gomes e os irmãos Matonse. Mas a estrela mais cintilante do campeonato mCel foi Jéssica Vieira, dos Golfinhos.
A mCel associou-se ainda ao ATCM, para o campeonato de karting, que aconteceu no autódromo do ATCM com grande presença de pilotos e espectadores. Patrocinou também uma prova nocturna de velocidade, na Avenida 25 de Setembro, em Maputo. Na altura, a mCel acelerava e turbinava a caminho do cliente 1 Milhão.
Por sua vez, o basquetebol realizou durante o mês de Janeiro os campeonatos nacionais mCel em seniores masculinos e femininos. A prova em masculinos decorreu em Maputo, com contornos muito acima do que era habitual, pois a organização, com o patrocínio exclusivo da mCel, custeou a acomodação e alimentação de todas as equipas provenientes de outras cidades, o que permitiu uma participação em peso de todo o País, com um total de 10 equipas. Como afirmou a organização da prova “pretende-se que os jogadores não tenham de se preocupar com aspectos organizativos básicos. Devem preocupar-se apenas em dar espectáculo”. Com estes condimentos proporcionados pela mCel, o espectáculo foi de primeira água e o melhor dos últimos anos.
Mesma receita foi aplicada para o campeonato de séniores femininos em Quelimane, onde a organização também assumiu as despesas de alojamento e alimentação das delegações visitantes, o que contribuiu para a presença maciça das equipas. Mais um sucesso a registar na história do basquetebol nacional, em fase de franca recuperação, com o apoio estratégico da mCel, que também patrocina ainda vários clubes de top do basquetebol moçambicano, nomeadamente, o Ferroviário de Maputo e o Desportivo de Maputo.
A verdade seja dita: o ano de 2005 marcou um ponto de inflexão para o desporto moçambicano, em grande medida graças ao apoio apaixonado da mCel. A mesma paixão que dedicamos aos nossos clientes, e que em 2006 renovamos, consolidando o posicionamento da empresa como O ADEPTO NÚMERO UM DO DESPORTO NACIONAL.